A versão etnocentrista do colonizador espanhol do fim das civilizações autóctones das américas

 

O ETNOCENTRISMO ESPANHOL E O FIM DA CULTURA MAIA:

UMA VISÃO CRÍTICA DA COLONIZAÇÃO EUROPEIA E O EXTERMÍNIO DE CULTURAS AUTÓCTONES

 

 

INTRODUÇÃO:

 

Algo que chama a atenção de qualquer curioso sobre as culturas dos povos indígenas que aqui viveram principalmente os Astecas, Maias e Incas é o alto grau de desenvolvimento dessas culturas, tidas por incautas ou “não civilizadas”. Todos esses povos contavam com um avançado grau de conhecimento em diversas atividades, tais como nas artes, nas ciências e na sua organização social, não devendo algumas delas nem mesmo as civilizações antigas ou da Europa em sua época.

 

Claro, esse fato em si – num primeiro momento – causa uma admiração ao colonizador europeu. Foi com grande espanto que Hernan Cortes viu pela vez primeira a capital Asteca, comparando-a a Veneza em formosura e grandeza. Da mesma forma Francisco Pizzaro se encantou a ver as cidades dos Incas, suas riquezas e a tecnologia avançada existente até mesmo na captação de águas que as abastecia, que não deviam nada aos famosos aquedutos dos romanos na antiguidade. Enfim, os prováveis selvagens eram de fato evoluídos em várias artes, inclusive em arquitetura, astrologia, matemática e até mesmo possuíam uma literatura própria, talvez não especializada como as dos europeus, mas sem dúvida uma manifestação cultural. Uma clara indicação de que esses povos aqui existentes tinham um sistema particular de escrita, que ia desde os “glifos” dos maias – tão belos e complexos como os hieróglifos dos egípcios – até os “quipos” dos astecas, uma forma um pouco rudimentar de comunicação dos incas que utilizava “nós” em uma corda para indicar datas importantes, festividades tribais ou particulares, cobranças de tributos ou em alguns casos até mesmo avisos.

 

Vale salientar que nessa época dar-se o surgimento de países que seriam grandes colônias com os descobrimentos, que é o caso da Espanha e Portugal, ambas as nações pertencentes à península Ibérica. Após anos de guerras intermináveis, principalmente religiosas – a luta incansável contra os moros ou muçulmanos – essas duas nações estavam esgotadas, por assim dizer. Econômica e politicamente arrasadas, reinos endividados e a beira de um total colapso. A descoberta de novas terras não era apenas uma aventura, uma necessidade fantasiosa de dar asas a imaginação ou a busca de uma liberdade fantasiosa, ou muito menos um meio apenas de extraditar os indesejados das grandes metrópoles. Era sobretudo a busca desesperada para uma saída para aquela difícil situação em que se encontravam os reis de Espanha e de Portugal.

Daí o porquê da ambição desenfreada do reino de Castela pelo ouro e pela prata do novo mundo. Mas, como grande nação católica que era a Espanha, fervorosos seguidores das doutrinas de Roma e do Papa, eles teriam de dar uma roupagem caridosa e cristã ao espólio que fariam ao novo mundo descoberto. Sob o pretexto de catequizarem aos “selvagens pagãos” que aqui viviam, disseram que a busca desse novo mundo era de fato a evangelização e a salvação de novas almas que jamais haviam ouvido a palavra da salvação, mas o motivo real dessas conquistas de novas terras foi revelado ao longo de poucas dezenas de anos de “catequização dos selvagens”.

 

Todos os relatos de escritores dessa época, como nos mostram OVIEDO, Lopes de GOMORA ou freis Bernadino de SOHAGÚN, Juan de ZUMÁRRAGA ou Bartolomeu de las CASAS são reveladores no sentido de nos mostrar as atrocidades cometidas contra os indígenas, contra os povos que por direito eram os donos dessas terras e não os “inquilinos”. O espanhol que aqui chegou não se via como invasor, mas como “invadido”. Isso sim é um fato curiosíssimo das colonizações e pouco falado pelos historiadores. O colonizador, como cristão catequizador que aqui chegava para salvar almas, via o novo mundo não como o lar natural e legal dos Astecas, Maias, Incas ou de qualquer outro povo ou tribo indígena que aqui havia. Via-os como algo pertencente à fauna da terra local, como animais que precisariam ser domesticados ou, caso contrário – se houvesse resistência – exterminados para criação de uma nova sociedade – uma NOVA ESPANHA ou uma NOVA CASTELA – com pessoas civilizadas. Daí o porquê a palavra índio está até hoje impregnada em nossas mentes, de forma camuflada ou imperceptível, como algo relacionado a selvagem, inculto, bruto, sem modos, trogloditas impuros.

 

A esse processo de sobreposição de uma cultura sobre outra, de forma disfarçada ou brutal, educada e cheia de “boas intenções” ou genocida e sanguinária, chamamos de ETNOCENTRISMO. A cultura do colonizador era “melhor” que a do colonizador, mas sob quais critérios? Quem os disse ou os autorizou a serem melhores que os índios que aqui viviam? Todas essas perguntas e muitas outras que poderiam ser feitas desembocam em outra ainda mais questionadora ao examinarmos a sangrenta história dos colonizadores espanhóis principalmente em relação aos Astecas, Maias e Astecas, isso sem contarmos em diversos outros povos de menor prestígio que também aqui viveram:

 

Quem de fato foram os selvagens na história da colonização das Américas?

 

 

Etnocentrismo español y el fim de la cultura Maia:

Uma visión européa de la colonización y lo genocídio de los indígenas de Nuevo Mundo

 

 

INTRODUCIÓN:

 

Algo que llama la atención sobre cualquier curiosidad por las culturas de los pueblos indígenas que vivían aquí en especial los aztecas, los mayas y los incas es alto grado de desarrollo de estos cultivos, tomada por incautos o “incivilizados”. Todas estas personas se basó en un nivel avanzado de conocimientos en diversas actividades, tales como las artes, la ciencia y la organización social, si no algunos de ellos incluso antiguas civilizaciones o Europa en su tiempo.

 

Por supuesto, este hecho en sí mismo – en un primer momento – causa una admiración al colonizador europeo. Fue con gran asombro que Hernán Cortés vio por primera vez la capital azteca, comparándolo con Venecia en la belleza y la grandeza. Del mismo modo Francisco Pizarro estaba encantado de ver las ciudades de los Incas, su riqueza y el vigente tecnología avanzada, incluso en la captura de agua que se suministra de que nada le debe a los acueductos de los romanos en la antigüedad. Por último, el salvaje que fueron evolucionado de hecho en varias artes, incluyendo la arquitectura, astrología, matemáticas e incluso tuvo su propia literatura, tal vez no especializado como los europeos, pero sin duda una manifestación cultural. Una clara indicación de que esas personas aquí existentes tenían un sistema particular de escritura, que oscilaba entre los “glifos” de los mayas – por lo intrincados y bellos como los jeroglíficos de los egipcios – a los “quipos” de los aztecas, una forma un tanto rudimentaria de la comunicación de los Incas que utilizaron “nosotros” en una cadena para indicar las fechas importantes, fiestas tribales o privadas, colecciones de impuestos o en algunos casos incluso los avisos.

 

Es de destacar que en esta ocasión se da el surgimiento de países que serían grandes colonias con los hallazgos, que es el caso de España y Portugal, ambas naciones pertenecientes a la Península Ibérica.Después de años de guerras sin fin, especialmente religiosa – la lucha constante contra los moros o musulmanes – estas dos naciones se agotaron, por así decirlo. Económico y político, devastado reinos endeudados y al borde del colapso total. El descubrimiento de nuevas tierras no era sólo una aventura, una fantasía necesita dar alas a la imaginación o la búsqueda de una libertad de fantasía, o mucho menos un medio sólo para extraditar no deseada en las grandes ciudades. Fue especialmente búsqueda desesperada de una salida a la difícil situación en que se encontraban los reyes de España y Portugal.

De ahí la razón por la ambición desenfrenada del reino de Castilla por el oro y la plata del Nuevo Mundo. Pero como gran nación católica que era España, ardientes seguidores de las doctrinas de Roma y el Papa, que tendrían que dar un atuendo cristiano de caridad y el botín que haría que el mundo recién descubierto. Bajo la apariencia de catequizarem los “salvajes” paganos que vivían aquí, dijo que la búsqueda de este nuevo mundo era de hecho la evangelización y la salvación de las almas jóvenes que nunca habían oído la palabra de salvación, pero la verdadera razón de estos nuevos logros tierras se reveló más de unas pocas décadas de “catequizar salvaje.”

 

Todas las cuentas de los escritores de la época, como se muestra en Oviedo, Lopes Gomora o freis Bernardino de SOHAGÚN, Juan de Zumárraga o CASAS ellos Bartolomeu son reveladoras en el sentido de que nos muestra las atrocidades cometidas contra los indígenas, contra las personas que legítimamente que eran los dueños de esta tierra y no los “inquilinos”. El español que llegó aquí no se ve como un intruso, sino como “desbordamiento”. Ahora que es un hecho muy curioso de la colonización y poco hablado por los historiadores. El colonizador, como evangelista que vino aquí para salvar almas a través del nuevo mundo no como el hogar natural y legal de los aztecas, mayas, incas o cualquier otro pueblo o tribu india que estaba aquí. Los veía como algo que pertenece a la fauna de la tierra local, ya que los animales que deben ser domesticados o de otra manera – si hubo resistencia – exterminados para la creación de una nueva sociedad – una NUEVA ESPAÑA o un nuevo CASTILLA – con la gente civilizada. De ahí la razón por la palabra india está llena hoy en nuestra mente, camuflado o imperceptiblemente como algo relacionado con troglodytes salvajes, incultos, áspero, descomedidos, impuros.

 

Este proceso de superposición de una cultura sobre otra, de forma encubierta o brutal, educado y lleno de “buenas intenciones” o genocida, asesina, llame al etnocentrismo. La cultura del colonizador era “mejor” que el colonizador, sino bajo qué criterios? ¿Quién dijo o les ha autorizado para ser mejor que los indios que vivían aquí? Todas estas preguntas y muchas otras que se podrían hacer culminan en otro cuestionamiento aún más mediante el examen de la sangrienta historia de los colonizadores españoles, especialmente en relación con los aztecas, los mayas y los aztecas, que no cuentan con varias otras personas de menor prestigio que también vivían aquí:

 

¿Quién de hecho, eran los selvajes en la historia de la colonización de las Américas?

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