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Soneto Moderno

SONETO MODERNO

Caducou no mundo toda poesia!
Hoje a vida nos dá é letargia,
Retirou-se-nos a ventura e alegria
E da natureza humana a fantasia!

Tudo que queremos já vem pronto:
Do mais simples desejo a Utopia:
Vivemos num corre-corre feito tontos,
Desconhecemos a completa harmonia!

E cobramos do “além” uma “salvaçao”,
Esquecendo-nos dos nossos próprios erros.
Caminhamos, todos, nessa contra – mão.

“Nunca se viu na terra tantos enterros”:
A Fauna e a Flora clamam por solução…
E vivemos todos a sofrer dos nervos.

🌐☝

Emanoel M de Arruda

http://leonmessias.blogspot.com.br/2014/10/sonhos-de-icaro.htm

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A PEDRA DO DEMO (conto)

A pedra do demo

Acordei espantado com o sangue que havia em minha roupa e em minhas mãos. Lembro vagamente de um pesadelo horrível: teriam matado os meus pais. Nele eu sonhara que estava sendo perseguido em minha casa por dois monstros que me roubavam tudo, até a pedrinha que tinha o poder de me trazer felicidade.

Procurei meu cachimbo da paz, estava amassado e cheio de matérias orgânicas recentemente incrustadas, parecia algo como gordura, óleo e sangue. Pensei o que seria aquilo. No pesadelo que tivera, lembro-me de alguém te-lo arremessado na parede e, por pouco, isso não me enlouqueceu completamente, mesmo em sonho. Aliás, foi justamente neste ponto que não lembro mais de nada. “Sonho ou realidade?”

Chamei minha mãe. Ninguém respondeu. Nenhum sinal de vida. Não gosto de falar nada ao meu pai, ele me bate sempre e, muitas vezes, me deixa acorrentado por horas. Às vezes dias. Não gosto dele. Ultimamente estão sempre reclamando de mim e me dizem absurdos; chamam-me de filho do demo… Grito mais uma vez por minha mãe, ninguém responde, o mesmo silêncio. Será que saíram ambos? Se tivessem saído teriam me acorrentado, mas estou desamarrado em minha cama, com um gosto ácido na boca, muita sede e alguma fome. Pouca.

É difícil sentir fome ultimamente, mas não consigo viver sem a pedra da felicidade que parece alimentar o meu corpo e a minha alma, se é que ainda tenho uma…

Mas onde estão meus pais?

Sai do quarto. Marcas de que houve uma luta, ou várias, por toda casa. Sala revirada, móveis e ultensílios quebrados. Curioso, não me dei por falta de nenhum objeto. Se fosse um roubo a porta estaria aberta e faltariam algumas coisas de maior valor, como as jóias espalhadas pelo chão. Mas nada falta, exceto a presença deles.

Caminho um pouco mais em direção ao banheiro. Marcas de sangue pela sala. Caminho até o quarto de meus pais. A porta está semiaberta. As marcas de sangue agora são mais visíveis. Vejo logo na entrada do quarto uma grande poça de sangue ainda liquefeito e a porta entreaberta. O desenho macabro de uma mão ensangüentada, como a pedir socorro, que desce pela porta me chama a atenção. O que houve? Vejo o corpo de meu pai inerte com uma faca encravada no peito. Corro para ligar para o 190, mas antes de fazer isso me lembro de minha mãe e do estranho pesadelo que tivera. Será que foi tudo verdade? Nele ela morria estrangulada com violência…

Volto ao quarto com receio de encontrá-la morta. Caminho rápido na ânsia de terminar com toda essa tortura. Meu pai está morto, é uma pena, mas uma pequena perca. Não sentirei tanta falta dele, que me perdoem. Sinto até certo prazer que tenha morrido, mas claro que não gostaria que tivesse sido dessa forma; como um animal selvagem. Com minha mãe, entretanto, tudo é diferente. Quantas vezes ela não me soltou quando eu me encontrava acorrentado? Mesmo contra a vontade do velho…

Caminho até s sala em direção ao telefone. Alguém bate a força efusivamente. Caminho mais rapidamente. Agora gritam lá fora. Vejo minha mãe arroxeada em um canto da casa, com uma toalha enrolada ao seu pescoço, parece está dormindo, apesar de está com os olhos semiabertos. Agora parecem lá fora quererem derrubar a porta. Chego mais perto de minha querida mãe. Ela está morta! Meu deus, quem teve coragem de tamanha maldade?

Abrem a porta estrondosamente, me imobilizam com violência. Batem em meu rosto a ponto de sair sangue por minhas narinas. Alguém me grita em plenos pulmões e quase estoura-me os tímpanos:

_ “Você está preso! Tem o direito de ficar calado… tudo que disser será usado contra você num tribunal…”

Lá fora faz um belo dia, o sol aparece pelas frestas da janela, os pássaros cantam saudando a felicidade.

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DJAVAN CAETANO VIANA: O MENESTREL DAS ALAGOAS ➡Objetivos gerais e específicos :↩↩

↩Gerais:

➡Mostrar o paralelismo temático e o feminismo, características do trovadorismo, em “Oceano” de Djavan, provando-se, assim, que em sua poesia existe uma linguagem subliminar, subjacente, relacionada com as antigas cantigas dos menestréis. Destacando-se o amor cortês como sua principal característica.

↩Específicos

➡Comparar “Oceano” de Djavan com pelo menos uma cantiga de amigo;

➡Observar quais são os pontos convergentes entre uma cantiga de amigo e a letra de “Oceano”;

➡Demonstrar que o “eu poético”, tanto nas cantigas dos menestréis como em Djavan, se revela imerso em um realismo em que o mundo material se personifica em prol de seus sentimentos nobres, por um amor não poucas vezes platônico e, portanto, impossível de se concretizar senão na própria natureza.

METODOLOGIA

Entendemos que não há melhor maneira de compreendermos as características especificas e geral do trovadorismo na canção “Oceano” que a comparando ao menos com uma das cantigas de amigo, como nos diz Levin (1975):

“Além de dar base à suposição crítica da unidade do poema,

0 conceito de acoplamento (entenda-se aqui como paralelismo temático)

dá à poesia a capacidade de permanecer na memória do leitor.

possui-a qualidade duradoura, não na acepção estática

de documento ou propriedade pública, mas na acepção dinâmica de recriação individual.”

Veremos um exemplo de uma dessas obras, uma cantiga de amigo, feita para ser cantada

e não apenas declamada, do trovadorismo português:

– Ai, flores, ai flores do verde pino,

Se sabedes do meu amigo?

Ai, Deus, e u é?

Ai. flores, ai flores do verde ramo,

se sabedes novas do meu amado?

Ai, Deus, e u é?

Se sabedes novas do meu amado,

aquele que mentiu do que me a jurado?

Ai, Deus, e u é?

– Vos perguntades polo vos’amado?

e eu ben vos digo que é viv’e sano.

Ai, Deus, que u é?

E eu ben vos digo que é vive e sano,

e será vos cant’ o prazo passado

Ai, Deus, e u é? ”

(Cancioneiro D’el-Rei D. Dinis, p.67)

Comparemos com esta canção de Djavan:

“Assim, que o dia amanheceu,

Lá no mar alto da paixão,

Dava pra ver o tempo ruir,

Cadê você, que solidão,

Esquecerá de mim?

Enfim, de tudo que há na terra

Não há nada em lugar nenhum

Que vá crescer sem você chegar

Longe de ti, tudo parou…

Ninguém sabe o que sofri.

Amar é um deserto e seus temores,

Vida que vai na sela dessas dores,

Não sabe voltar, me dá seu calor.

Vem me fazer feliz, porque eu te amo,

Você desagua em mim e eu oceano

E esqueço que amar é quase uma dor.

SÓ SEI

VIVER

SE FOR

POR VOCÊ!”

(DJAVAN – “Oceano”)

O sofrer calado, mencionar educadamente o seu amor (a chamada mesura), a fim de não incorrer no desagrado do bem-amado é aspectos formais claramente observados tanto na letra da canção de Djavan quanto na letra da cantiga de amigo: nota-se claramente uma presença feminina por trás das palavras: de uma mulher apaixonada que reclama a falta do ser amado, mas isso feito de forma “educada” e sem alardes: “Vem me fazer feliz, porque eu te amo, /Você desagua em mim e eu oceano /E esqueço que amar é quase uma dor.”

O ser amado é sempre representado, ou comparado, a algo da natureza, forte, imenso e belo, no caso ao oceano. Já que, de fato, subentendemos que o “eu poético” em ambos os casos é um ser do sexo feminino, as belezas da natureza se identificam com ele, o amado: o amanhecer, o mar alto, o tempo ruir, “tudo que há na terra não crescerá sem você chegar, longe de ti tudo parou…”, o deserto e por fim o oceano, onde tudo desagua até mesmo as mágoas. A amante enamorada pelo ser amado fica inebriada em seus versos a ponto de dizer; “E esqueço que amar é quase uma dor.”

A plasticidade melódica, a ‘melopeia’ (4) em seu verso final, por exemplo, “Só sei viver, se for por você”, corresponde nitidamente ao lirismo em seu grau último ou, de outra forma dita, ao trovadorismo, onde a sonoridade poética imita o próprio som das ondas do mar, poesia e realidade se fundem como se enamorados se juntassem para sempre. Desejo e sina.

Quanto ao aspecto fôrmal (sic), isto é, referente à fôrma e não a forma de se tecer a poesia, podemos dizer que em “Oceano” existem dois quartetos e dois tercetos, os quartetos terminam em versos de arremates, chamados na lírica galego-portuguesa de ‘fiindas’, ou seja, “estrofe derradeira de uma cantiga, de estrutura própria, mas ligada pela rima (ou pelo tema) as demais estrofes[…]” (MOISÉS, 1985, p.230).

Exemplos:

‘Esquecerá de mim?’, no final da primeira estrofe e ‘Ninguém sabe o que sofri. ’, que funcionam como conclusões de um questionamento do poeta.

E o grande arremate final, que impregna toda a poesia de “Oceano”, impedindo-lhe o sentido maior de todos os versos e até mesmo imitando as ondas do mar:

“Só sei viver, se for por você!”

(Esse verso final assim dito, fora do contexto peculiar à poesia, perde toda o lirismo e beleza. Mas, musicado, com as pausas feitas, ganha vida própria e cria asas. As asas da imaginação, da epifania poética junta com a musicalidade, tal como ocorria com as cantigas dos antigos menestréis…)

No que diz respeito às comparações feitas de essa canção de Djavan, Oceano, com a cantiga de amigo, que inicia nossa introdução, podemos dizer que em ambas o eu poético é um ser feminino que reclama da falta de seu amado. No primeiro caso, ela apela a Deus:‘Ai, Deus, e u é?’, no segundo a uma introspecção sentimental em que a própria natureza se faz refletir em suas emoções. Mas em ambos fica caracterizado o feminismo, que é próprio do lirismo dos trovadores. Há também a repetição de estruturas ‘prefabricadas’ na linguagem poética – que apropriadamente Levin (1975) as chamam de “acoplamentos”, ou seja, fôrmas feitas: Ai, Deus, e u é?’, por exemplo, ou repetições sistemáticas de sentimentos recorrentes, como ocorrem em “Oceano”. Vejamos alguns exemplos abaixo:

‘Esquecerá de mim?’

‘Ninguém sabe o que sofri’.

Ou no seu arremate final, também chamado de ‘fiinda’ na poesia trovadores, ver Moisés (1985):

‘SÓ SEI

VIVER

SE FOR

POR VOCÊ!’

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A riqueza poética – porque não dizer própria de um menestrel – das músicas de Djavan, no caso específico de “Oceano”, nos faz ver em sua obra um resgate bem sucedido do amor cortês, do amor de amigo, das antigas cantigas dos trovadores e menestréis da Idade Média, mas isto feito com uma roupagem de modernidade tal que dificilmente um ouvinte comum se apercebe disso, desse fato.

Tudo isso, e muito mais que poderíamos analisar em sua obra, bastante vasta, pode nos elucidar o porquê Djavan Caetano Viana ter trilhado um caminho diferente em nossa discografia, sendo suas músicas:

“[…] conhecidas pelas suas cores. Ele retrata muito bem

em suas composições a riqueza das cores do dia a dia e se utiliza

de seus elementos em construções metafóricas de maneira distinta

dos demais compositores. As músicas são amplas e

confortáveis chegando ao requinte de um luxo acessível a todos.” *(DJAVAN )

Pelo resgate dos menestréis em nossa música e, principalmente, pela valorização da mulher, Djavan merece um lugar de destaque na nossa discografia tanto pela ousadia de seu projeto ( resgatar o amor cortês dos menestréis em uma sociedade tão machista como a nossa ) como pela sua sensibilidade poética ímpar, o que o torna uma referência musical de grande destaque não apenas nacional, mas mundialmente.

REFERÊNCIAS

DESPERTAI!, Os trovadores eram apenas cantores românticos?, Revista publicada em 08 de fevereiro de 1998, p.20 http://www.jw.org/pt/

*DJAVAN, Caetano Viana. http://pt.wikipedia.org/wiki/Djavan. Acesso em 12 de outubro de 2014, 14:00h.

GOULART, Audemaro Taranto e SILVA, Oscar Vieira. Estudo dirigido de literatura portuguesa: para curso médio – segundo ciclo.7.ed. São Paulo: Editora do Brasil, 1970.

LEVIN, Samuel R. Estruturas lingüísticas em poesia: tradução de José Paulo paes. São Paulo: Cultrix, 1975.

MOISÉS, Massaud. Dicionário de termos literários. 4.ed. São Paulo: Cultrix Ltda. 1985.

ANEXOS

(1)

Na lírica medieval galego-portuguesa uma cantiga de amigo é uma composição breve e singela posta na voz de umamulher apaixonada. Devem o seu nome ao facto de que na maior parte delas aparece a palavra amigo, com o sentido de pretendente, amante, esposo. http://pt.wikipedia.org/wiki/Cantiga_de_Amigo

(2)
Na teoria, Pound aproxima-se da ideia de Harold Bloom de que existe um conjunto de obras que representam momentos de maiores elevação de uma cultura (alta cultura). Desta forma classifica os poetas (de maneira semelhante à feita por Maiakóvski) numa escala que vai do inventor até o diluidor, estabelecendo verdadeira hierarquia entre eles, e fixando um cânone (Paideuma) próprio, não excludente de outros possíveis, nas palavras do teórico, incluindo as obras que ele considerava o ápice de uma maneira de escrever. Essas “maneiras de escrever” teriam basicamente três tendências: uma voltada para as qualidades sonoras da poesia (melopeia), outra para as qualidades representativas sensoriais-imagéticas, especialmente visuais (fanopeia), e outra para o jogo semântico que ele chama de “a dança das ideias” (logopeia), o que suscita questionamentos de alguns sobre o fato de Pound nunca citar o barroquismo em seu “Paideuma”.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ezra_Pound

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Por que o açude de Boqueirao, EPITACIO PESSOA, nao recebe uma gota dagua desde o final do ano passado, 2017?

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A vala da TRANSPOSIÇAO SE ROMPEU NO RIO DA BARRA, EM CUSTODIA, PE, E NADA PODE SER FEITO PARA CONTER O PROBLEMA. TODA OBRA DA TRANSPOSIÇAO FOI FEITA COM MATERIAL DE QUINTA CATEGORIA, para encher os bolsos de Lulalau e sua turma de BANDIDOS.

E AINDA QUEREM ESSE CRAPULA SOLTO E CANDIDATO A PRESIDENCIA?!

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Ovos falsos e cheios de veneno! A China esta nos enviando esse lixo e o Ministerio da Agricultura e VIGILANCIA SANITARIA estao aceitando suborno para fazerem “vistas grossas”. Um GENOCIDIO EM MASSA ESTA EM CURSO EM NOSSO PAIS!!!

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Deltan Dallagnol

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Sejamos brasileiros de fato, tomando conta do que nos pertence de fato e de direito:

Nossa patria, nossa fe, nossa familia e nossos valores.

A nossa cultura nunca sera de leniencia com a corrupçao e a depravaçao social em todos os seus aspectos!

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Exatos 40 dias pos cirurgia – nefrectomia do rim direito 18_06_2018

Agradeço as oraçoes de todos, em especial dos amigos e amigas abaixo:

Paulo Roberto Diniz

Maria Jose

Lucildo

Dr Talles Leandro e equipe

Emanoel Messias de O. Arruda

Jailton Arruda

Ceiça Arruda

Juciara e Reinaldo

Minha esposa Maria Genilda

Meus filhos Gustavo e Guilherme Arruda

Outros amigos das Redes Sociais, entre eles:

Bruno, Cecy Zavala, Alane Alves… Enfim a muita gente boa que os admiro e amo.

Emanoel M Arruda

leonamessias7@gmail.com

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A banalização da corrupção

Não há muito o que se dizer… só a lamentarmos!

Nunca esse país – de gente ordeira e pacata, de um povo trabalhador e que deseja viver em uma nação com oportunidades iguais para todos – viu um lodaçal tão imenso como esse em nossos dias, pós eleição de 26 de outubro de 2014!

A um custo altíssimo, ético e político, o PT manteve comprando todo mundo, as custas do dinheiro do “petrolão”, a atual presidenta. Mas rumores, fortes rumores no Congresso, evidenciam que toda essa bandidagem está chegando ao fim. Dilma ganhou, e se sabe como, mas dificilmente cumprirá o seu mandado, talvez nem mesmo reassuma em primeiro de janeiro de 2015.A blindagem dar provas que não aguentará os justos ataques da oposição. e até mesmo de aliados como o senador Magno Malta que fez duríssimas críticas a esse “desgoverno”, hoje a tarde.

Este país está um “rebuliço” com tantas denúncias, e agora mais essa da presidenta só liberar verbas para o Congresso se a sua LDO, totalmente manipulada, for aprovada.

Senhores, senhoras, é um rombo estimado de 100 bilhões de dólares! Não é qualquer “rombinho”não! Para que se entenda de forma mais clara, é a fortuna total de dois Bill Gates americanos que foi para o ralo nesse desgoverno do PT e que a presidenta, incompetente e insana, que empurrar, através de leis -medidas provisórias – para debaixo do tapete.

O tapete, senhores e senhoras, resolve quando o lixo é pouco. Mas agora são vários caminhões de lixo. Nossa “casa”, aqui entenda-se “pátria”, está totalmente saturada pela lixarada do PT.

NÃO HÁ COMO ESCONDER MAIS O LIXO, PRESIDENTA!

DIREI, ao final, como Cícero, na antiga Roma, antes do mar de lama que aquele poderoso império também se tornou antes da derrocada total:

“QUOSQUE TANDE ABUTERE, DILMA, PATIENCIA NOSTRA?”

Povo brasileiro só há uma solução: OU ACABAMOS COM ESSE GOVERNO CORRUPTO AGORA OU ELE DESTRUIRÁ A TODOS NÓS, e não restará pedra sobre pedra do que ainda sobrar desta nação…

Impeachment da #DILMA JÁ!

PARA ONTEM…

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