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29-04-2016

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DJAVAN CAETANO VIANA: O MENESTREL DAS ALAGOAS

DJAVAN CAETANO VIANA: O MENESTREL DAS ALAGOAS
 
Anderson Remígio da Silva¹
Emanoel Messias de Arruda²
Orientadora: Ana Lúcia de Souza³ 

 RESUMO

 Este artigo tem por objetivo identificar características peculiares na produção artística e cultural de um dos ícones de nossa MPB: Djavan Caetano Viana. Sua musicalidade e lirismo poético o diferencia dos demais artistas de sua época, posto que – obedecendo, quiçá inconscientemente, tradições dos trovadores – seus poemas musicados são verdadeiras obras de arte do ponto de vista estético, poético e musical. São para serem cantados e não declamados, como o era na tradição dos antigos menestréis da Idade Média. A sua definição sobre as mulheres – a musa inspiradora de suas canções – é relacionada sempre a sentimentos nobres ou a algo extremamente belo como a natureza. Por conseguinte, ele ocupa uma posição de destaque no cancioneiro popular nacional e até mesmo internacional: nunca dantes as mulheres foram tão apropriadamente elogiadas e valorizadas. Como diz Goulart e Silva (1970), o paralelismo temático e o feminismo o aproximam do amor cortês, próprio das antigas canções de amigos dos menestréis trovadores. É próprio também das cantigas de amigo essa repetição de estrutura poética – o chamado paralelismo – ou o feminismo, em que o trovador se passa por uma mulher em seus versos, como se pensasse e vivesse como ela. Enfim, pela brevidade do tempo serão aqui apenas analisadas uma de suas canções, “Oceano”, comparando-lha a uma das canções de amigo do Cancioneiro D’el Rei . Nosso trabalho terá por meta verificar a letra dessas canções, de forma diacrônica, mostrando que apesar das diferenças entre os tempos em que foram feitas,  têm elas algo em comum: a valorização da mulher e o paralelismo, não apenas estrutural, mas de ideias, de imagens e de sons.

Palavras-chave: Trovadorismo. MPB. Literatura. Música. Poesia.

 

INTRODUÇÃO

 O AMOR CORTÊS DOS TROVADORES

As atitudes medievais para com as mulheres eram bastante influenciadas pela Igreja que, como se sabe, ditava as normas de convivência social das pessoas na Idade média de uma forma mais acentuada que nos dias atuais.  A Igreja – entenda-se aqui a Igreja Católica Apostólica Romana – encarava o sexo feminino como responsável pela tentação do homem, sendo ela mesma o ‘pecado’ e a originadora de todos os males dele advindos. Era vista como o instrumento do diabo e, por outro lado, como “um mal necessário” por seu aspecto gerador de vidas. Desta forma definida a mulher na  Idade Média, o casamento era tido como uma condição de vida degradante e a única maneira do sexo ‘frágil’ conseguir alguma dignidade e valor próprio: como mãe.  A lei canônica permitia inclusive o espancamento e o repúdio por motivação banal, até da própria esposa, o que contribuía de forma exponencial para a humilhação e a subserviência do sexo feminino. Mas com o surgimento dos trovadores na França, essa concepção mudou bastante como veremos.

O primeiro trovador conhecido foi Guilherme IX, duque de Aquitânia. Sua poesia foi a primeira a conter os elementos que caracterizariam, a posteriori, a maneira própria dos trovadores pensarem sobre o amor, sobre a mulher, o amor erótico propriamente dito,

Mas de uma maneira nova. Não apenas maternal, como pretendia a Igreja. Nascia assim o amor cortês. Era de fato um conceito revolucionário para época, pois a mulher não estaria mais relegada a um plano de inferioridade em relação ao homem, sendo a sua companheira e não a sua sombra.

A poesia dos trovadores dignificava as mulheres, na medida em que mostrava profundo respeito por elas. Alguns poetas menestréis lamentavam, a bem dizer, a fria indiferença de algumas damas para com eles, mas nem por isso o bardo – assim também era chamado o trovador perdia a compostura ou as destratavam. No máximo fazia uma cantiga de maldizer, que no fundo culpava-se a si  mesmo pelo insucesso, nunca a amada. Na verdade o menestrel trovador já se sentia realizado apenas com a simples atenção de sua amada, mesmo que fosse para esnobá-lo, pois o objeto primário não era possuir a dama e sim alcançar o refinamento moral que o seu amor por ela lhe inspirava. O amor cortês era, em última análise, um amor platônico.

 ‘Os trovadores achavam que o amor cortês era fonte de refinamento

social e moral, que atos corteses e nobres se originavam do amor.

À medida que essa ideia foi se desenvolvendo, tornou-se a base para

um código de conduta que, com o tempo, foi adotado pelas classes

sociais mais baixas. ’(2)

Diz-nos Moisés (1985, p. 75):

“Durante a Idade Média a cantiga designava a fôrma (sic)

poética vernacular equivalente à cansón provençal ou a chanson

francesa […]

fundia a letra ao som: o poema, condensado a pauta musical,

destinava-se ao canto e a instrumentalização.”

As cantigas de amor exemplificam o tipo de poema de inspiração provençal que penetra na Língua Portuguesa por volta do século XII, iniciando a produção poética propriamente dita nesta parte da península Ibérica, nos diz Goulart e Silva (1970).

A temática das cantigas de amor gira em torno do amor cortês: o poeta dirigi-se a mulher amada escondendo-lhe o nome (compare esse fato com as canções “Flor de Lis”, “Oceano”, “Samurai”, e tantas outras de Djavan) e coloca-se diante dela como um servo humilde diante do seu senhor, no caso ‘senhora’. É importante dizer que, no português arcaico nos séculos XII e XIII aproximadamente, “[…]a palavra ‘senhor’ não tinha feminino e servia tanto para designar alguém do sexo masculino ou feminino.” (GOULART e SILVA, 1970).

Veremos um trecho de uma cantiga de amor dessa época, da Cantiga da Guarvaia, considerada primeira obra literária da língua portuguesa, escrita entre o século XII e XIII:

No mundo não me sei parelha

Mentre me for como me vai,

Ca já moiro por vós – e ai!

Mia senhor branca e vermelha.

Queredes que vos retraia

Quando eu vos vi em saia!

Mau dia me levantei

Que vos enton não vi fea!

E, mia senhor, dês aquel, ai

Me foi a mi mui mal,

Moniz, e bem vos semelha,

D’haver eu por vós guarvaia,

Pois eu, mia senhor, d’alfaia

Nunca de vós houve nen hei

Valia de uma Correa”

(VASCONCELOS, 1904, p.82)

Vale salientar, entretanto, que  feminismo  na cantiga de amigo (3 ) é mais ‘acentuado’ que na cantiga de amor, como veremos em um exemplo de uma cantiga de amigo na metodologia desse trabalho. É  a visibilidade do realismo em “Oceano” de Djavan, entretanto,  que aproxima o “eu poético” de um realismo ‘concreto’ e uma subjetivação tão intensa que o faz criar uma linguagem própria e subliminar para expressar sua paixão pelo ‘amado’, partido-se do pressuposto que é um “eu poético feminino” que declama esses versos:

“Assim, que o dia amanheceu.

Lá no mar alto da paixão

Dava pra ver o tempo ruir,

Cadê você que solidão

Enfim, de tudo que há na terra

Não há nada em lugar nenhum

Que vá crescer sem você chegar

Longe de ti tudo parou…

Amar é um deserto e seus temo

Vida que vai na sela dessas dores

Não sabe voltar, me dá teu calor !

Vem me fazer feliz, porque te amo,

Você deságua em mim e eu oceano

E esqueço que amar é quase uma dor.

Só sei

Viver

Se for

Por você

( Djavan – “Oceano” )

Por tudo isso, a musicalidade e poética em Djavan

“Não lembram a entoação infantil das canções populares

das primeiras décadas do século XX, nem as narrativas

da reação malandra às condições sociais desiguais dos anos 30,

tampouco as imagens justapostas de cocas e cocares do texto tropicalista.”(1)

     OBJETIVOS

     Geral:

  • Mostrar o paralelismo temático e o feminismo, características do trovadorismo, em “Oceano” de Djavan, provando-se, assim, que em sua poesia existe uma linguagem subliminar, subjacente, relacionada com as antigas cantigas dos menestréis. Destacando-se o amor cortês como sua principal característica.

    Específicos:

  • Comparar “Oceano” de Djavan com pelo menos uma cantiga de amigo;
  • Observar quais são os pontos convergentes entre uma cantiga de amigo e a letra de “Oceano”;
  • Demonstrar que o “eu poético”, tanto nas cantigas dos menestréis como em Djavan, se revela imerso em um realismo em que o mundo material se personifica em prol de seus sentimentos nobres, por um amor não poucas vezes platônico e, portanto, impossível de se concretizar senão na própria natureza.

METODOLOGIA

Entendemos que não há melhor maneira de compreendermos as características especificas e geral do trovadorismo na canção “Oceano” que a comparando ao menos com uma das cantigas de amigo, como nos diz Levin (1975):

“Além de dar base à suposição crítica da unidade do poema,

0 conceito de acoplamento (entenda-se aqui como paralelismo temático)

dá à poesia a capacidade de permanecer na memória do leitor.

possui-a qualidade duradoura, não na acepção estática

de documento ou propriedade pública, mas na acepção dinâmica de recriação individual.”

Veremos um exemplo de uma dessas obras, uma cantiga de amigo, feita para ser cantada

e não apenas declamada, do trovadorismo português:

– Ai, flores, ai flores do verde pino,

Se sabedes do meu amigo?

Ai, Deus, e u é?

Ai. flores, ai flores do verde ramo,

se sabedes novas do meu amado?

Ai, Deus, e u é?

Se sabedes novas do meu amado,

aquele que mentiu do que me a jurado?

Ai, Deus, e u é?

– Vos perguntades polo vos’amado?

e eu ben vos digo que é viv’e sano.

Ai, Deus, que u é?

E eu ben vos digo que é vive e sano,

e será vos cant’ o prazo passado

Ai, Deus, e u é? ”

(Cancioneiro D’el-Rei D. Dinis, p.67)

Comparemos com esta canção de Djavan:

“Assim, que o dia amanheceu,

Lá no mar alto da paixão,

Dava pra ver o tempo ruir,

Cadê você, que solidão,

Esquecerá de mim?

Enfim, de tudo que há na terra

Não há nada em lugar nenhum

Que vá crescer sem você chegar

Longe de ti, tudo parou…

Ninguém sabe o que sofri.

Amar é um deserto e seus temores,

Vida que vai na sela dessas dores,

Não sabe voltar, me dá seu calor.

Vem me fazer feliz, porque eu te amo,

Você desagua em mim e eu oceano

E esqueço que amar é quase uma dor.

SÓ SEI

VIVER

SE FOR

POR VOCÊ!”

(DJAVAN – “Oceano”)

O sofrer calado, mencionar educadamente o seu amor (a chamada mesura), a fim de não incorrer no desagrado do bem-amado é aspectos formais claramente observados tanto na letra da canção de Djavan quanto na letra da cantiga de amigo: nota-se claramente uma presença feminina por trás das palavras: de uma mulher apaixonada que reclama a falta do ser amado, mas isso feito de forma “educada” e sem alardes: “Vem me fazer feliz, porque eu te amo, /Você desagua em mim e eu oceano /E esqueço que amar é quase uma dor.”

O ser amado é sempre representado, ou comparado, a algo da natureza, forte, imenso e belo, no caso ao oceano. Já que, de fato, subentendemos que o “eu poético” em ambos os casos é um ser do sexo feminino, as belezas da natureza se identificam com ele, o amado: o amanhecer, o mar alto, o tempo ruir, “tudo que há na terra não crescerá sem você chegar, longe de ti tudo parou…”, o deserto e por fim o oceano, onde tudo desagua até mesmo as mágoas. A amante enamorada pelo ser amado fica inebriada em seus versos a ponto de dizer; “E esqueço que amar é quase uma dor.”

A plasticidade melódica, a ‘melopeia’ (4) em seu verso final, por exemplo, “Só sei viver, se for por você”, corresponde nitidamente ao lirismo em seu grau último ou, de outra forma dita, ao trovadorismo, onde a sonoridade poética imita o próprio som das ondas do mar, poesia e realidade se fundem como se enamorados se juntassem para sempre. Desejo e sina.

Quanto ao aspecto fôrmal (sic), isto é, referente à fôrma e não a forma de se tecer a poesia, podemos dizer que em “Oceano” existem dois quartetos e dois tercetos, os quartetos terminam em versos de arremates, chamados na lírica galego-portuguesa de ‘fiindas’, ou seja, “estrofe derradeira de uma cantiga, de estrutura própria, mas ligada pela rima (ou pelo tema) as demais estrofes[…]” (MOISÉS, 1985, p.230).

Exemplos:

‘Esquecerá de mim?’, no final da primeira estrofe e ‘Ninguém sabe o que sofri. ’, que funcionam como conclusões de um questionamento do poeta.

E o grande arremate final, que impregna toda a poesia de “Oceano”, impedindo-lhe o sentido maior de todos os versos e até mesmo imitando as ondas do mar:

“Só sei viver, se for por você!”

(Esse verso final assim dito, fora do contexto peculiar à poesia, perde toda o lirismo e beleza. Mas, musicado, com as pausas feitas,  ganha vida própria e cria asas. As asas da imaginação, da epifania poética junta com a musicalidade, tal como ocorria com as cantigas dos antigos menestréis…)

No que diz respeito às comparações feitas de essa canção de Djavan, Oceano, com a cantiga de amigo, que inicia nossa introdução, podemos dizer que em ambas o eu poético é um ser feminino que reclama da falta de seu amado. No primeiro caso, ela apela a Deus:‘Ai, Deus, e u é?’, no segundo a uma introspecção sentimental em que a própria natureza se faz refletir em suas emoções. Mas em ambos  fica caracterizado o feminismo, que é próprio do lirismo dos trovadores. Há também a repetição de estruturas ‘prefabricadas’ na linguagem poética – que apropriadamente Levin (1975) as chamam de “acoplamentos”, ou seja, fôrmas feitas: Ai, Deus, e u é?’, por exemplo, ou repetições sistemáticas de sentimentos recorrentes, como ocorrem em “Oceano”. Vejamos alguns exemplos abaixo:

‘Esquecerá de mim?’

‘Ninguém sabe o que sofri’.

Ou no seu arremate final, também chamado de ‘fiinda’ na poesia trovadores, ver Moisés (1985):

‘SÓ SEI

VIVER

SE FOR

POR VOCÊ!’

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A riqueza poética – porque não dizer própria de um menestrel – das músicas de Djavan, no caso específico de “Oceano”, nos faz ver em sua obra um resgate bem sucedido do amor cortês, do amor de amigo, das antigas cantigas dos trovadores e menestréis da Idade Média, mas isto feito com uma roupagem de modernidade tal que dificilmente um ouvinte comum se apercebe disso, desse fato.

Tudo isso, e muito mais que poderíamos analisar em sua obra, bastante vasta, pode nos elucidar o porquê Djavan Caetano Viana ter trilhado um caminho diferente em nossa discografia, sendo suas músicas:

“[…] conhecidas pelas suas cores. Ele retrata muito bem

em suas composições a riqueza das cores do dia a dia e se utiliza

de seus elementos em construções metafóricas de maneira distinta

dos demais compositores. As músicas são amplas e

confortáveis chegando ao requinte de um luxo acessível a todos.” *(DJAVAN )

Pelo resgate dos menestréis em nossa música e, principalmente, pela valorização da mulher, Djavan merece um lugar de destaque na nossa discografia tanto pela ousadia de seu projeto ( resgatar o amor cortês dos menestréis em uma sociedade tão machista como a nossa ) como pela sua sensibilidade poética ímpar,  o que o torna uma referência musical de grande destaque não apenas nacional, mas mundialmente.

REFERÊNCIAS

DESPERTAI!, Os trovadores eram apenas cantores românticos?, Revista publicada em 08 de fevereiro de 1998, p.20 http://www.jw.org/pt/

*DJAVAN, Caetano Viana. http://pt.wikipedia.org/wiki/Djavan. Acesso em 12 de outubro de 2014, 14:00h.

GOULART, Audemaro Taranto e SILVA, Oscar Vieira. Estudo dirigido de literatura portuguesa: para curso médio – segundo ciclo.7.ed. São Paulo: Editora do Brasil, 1970.

LEVIN, Samuel R. Estruturas lingüísticas em poesia: tradução de José Paulo paes. São Paulo: Cultrix, 1975.

MOISÉS, Massaud. Dicionário de termos literários. 4.ed. São Paulo: Cultrix Ltda. 1985.

ANEXOS

(1)

Na lírica medieval galego-portuguesa uma cantiga de amigo é uma composição breve e singela posta na voz de umamulher apaixonada. Devem o seu nome ao facto de que na maior parte delas aparece a palavra amigo, com o sentido de pretendente, amante, esposo.  http://pt.wikipedia.org/wiki/Cantiga_de_Amigo

(2)
 
Na teoria, Pound aproxima-se da ideia de Harold Bloom de que existe um conjunto de obras que representam momentos de maiores elevação de uma cultura (alta cultura). Desta forma classifica os poetas (de maneira semelhante à feita por Maiakóvski) numa escala que vai do inventor até o diluidor, estabelecendo verdadeira hierarquia entre eles, e fixando um cânone (Paideuma) próprio, não excludente de outros possíveis, nas palavras do teórico, incluindo as obras que ele considerava o ápice de uma maneira de escrever. Essas “maneiras de escrever” teriam basicamente três tendências: uma voltada para as qualidades sonoras da poesia (melopeia), outra para as qualidades representativas sensoriais-imagéticas, especialmente visuais (fanopeia), e outra para o jogo semântico que ele chama de “a dança das ideias” (logopeia), o que suscita questionamentos de alguns sobre o fato de Pound nunca citar o barroquismo em seu “Paideuma”.
 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ezra_Pound
 
 
 

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VAMOS DIZER BEM ALTO A JUDITH BUTLER que ela não é bem vinda em nosso país!!!

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A versão etnocentrista do colonizador espanhol do fim das civilizações autóctones das américas

 

O ETNOCENTRISMO ESPANHOL E O FIM DA CULTURA MAIA:

UMA VISÃO CRÍTICA DA COLONIZAÇÃO EUROPEIA E O EXTERMÍNIO DE CULTURAS AUTÓCTONES

 

 

INTRODUÇÃO:

 

Algo que chama a atenção de qualquer curioso sobre as culturas dos povos indígenas que aqui viveram principalmente os Astecas, Maias e Incas é o alto grau de desenvolvimento dessas culturas, tidas por incautas ou “não civilizadas”. Todos esses povos contavam com um avançado grau de conhecimento em diversas atividades, tais como nas artes, nas ciências e na sua organização social, não devendo algumas delas nem mesmo as civilizações antigas ou da Europa em sua época.

 

Claro, esse fato em si – num primeiro momento – causa uma admiração ao colonizador europeu. Foi com grande espanto que Hernan Cortes viu pela vez primeira a capital Asteca, comparando-a a Veneza em formosura e grandeza. Da mesma forma Francisco Pizzaro se encantou a ver as cidades dos Incas, suas riquezas e a tecnologia avançada existente até mesmo na captação de águas que as abastecia, que não deviam nada aos famosos aquedutos dos romanos na antiguidade. Enfim, os prováveis selvagens eram de fato evoluídos em várias artes, inclusive em arquitetura, astrologia, matemática e até mesmo possuíam uma literatura própria, talvez não especializada como as dos europeus, mas sem dúvida uma manifestação cultural. Uma clara indicação de que esses povos aqui existentes tinham um sistema particular de escrita, que ia desde os “glifos” dos maias – tão belos e complexos como os hieróglifos dos egípcios – até os “quipos” dos astecas, uma forma um pouco rudimentar de comunicação dos incas que utilizava “nós” em uma corda para indicar datas importantes, festividades tribais ou particulares, cobranças de tributos ou em alguns casos até mesmo avisos.

 

Vale salientar que nessa época dar-se o surgimento de países que seriam grandes colônias com os descobrimentos, que é o caso da Espanha e Portugal, ambas as nações pertencentes à península Ibérica. Após anos de guerras intermináveis, principalmente religiosas – a luta incansável contra os moros ou muçulmanos – essas duas nações estavam esgotadas, por assim dizer. Econômica e politicamente arrasadas, reinos endividados e a beira de um total colapso. A descoberta de novas terras não era apenas uma aventura, uma necessidade fantasiosa de dar asas a imaginação ou a busca de uma liberdade fantasiosa, ou muito menos um meio apenas de extraditar os indesejados das grandes metrópoles. Era sobretudo a busca desesperada para uma saída para aquela difícil situação em que se encontravam os reis de Espanha e de Portugal.

Daí o porquê da ambição desenfreada do reino de Castela pelo ouro e pela prata do novo mundo. Mas, como grande nação católica que era a Espanha, fervorosos seguidores das doutrinas de Roma e do Papa, eles teriam de dar uma roupagem caridosa e cristã ao espólio que fariam ao novo mundo descoberto. Sob o pretexto de catequizarem aos “selvagens pagãos” que aqui viviam, disseram que a busca desse novo mundo era de fato a evangelização e a salvação de novas almas que jamais haviam ouvido a palavra da salvação, mas o motivo real dessas conquistas de novas terras foi revelado ao longo de poucas dezenas de anos de “catequização dos selvagens”.

 

Todos os relatos de escritores dessa época, como nos mostram OVIEDO, Lopes de GOMORA ou freis Bernadino de SOHAGÚN, Juan de ZUMÁRRAGA ou Bartolomeu de las CASAS são reveladores no sentido de nos mostrar as atrocidades cometidas contra os indígenas, contra os povos que por direito eram os donos dessas terras e não os “inquilinos”. O espanhol que aqui chegou não se via como invasor, mas como “invadido”. Isso sim é um fato curiosíssimo das colonizações e pouco falado pelos historiadores. O colonizador, como cristão catequizador que aqui chegava para salvar almas, via o novo mundo não como o lar natural e legal dos Astecas, Maias, Incas ou de qualquer outro povo ou tribo indígena que aqui havia. Via-os como algo pertencente à fauna da terra local, como animais que precisariam ser domesticados ou, caso contrário – se houvesse resistência – exterminados para criação de uma nova sociedade – uma NOVA ESPANHA ou uma NOVA CASTELA – com pessoas civilizadas. Daí o porquê a palavra índio está até hoje impregnada em nossas mentes, de forma camuflada ou imperceptível, como algo relacionado a selvagem, inculto, bruto, sem modos, trogloditas impuros.

 

A esse processo de sobreposição de uma cultura sobre outra, de forma disfarçada ou brutal, educada e cheia de “boas intenções” ou genocida e sanguinária, chamamos de ETNOCENTRISMO. A cultura do colonizador era “melhor” que a do colonizador, mas sob quais critérios? Quem os disse ou os autorizou a serem melhores que os índios que aqui viviam? Todas essas perguntas e muitas outras que poderiam ser feitas desembocam em outra ainda mais questionadora ao examinarmos a sangrenta história dos colonizadores espanhóis principalmente em relação aos Astecas, Maias e Astecas, isso sem contarmos em diversos outros povos de menor prestígio que também aqui viveram:

 

Quem de fato foram os selvagens na história da colonização das Américas?

 

 

Etnocentrismo español y el fim de la cultura Maia:

Uma visión européa de la colonización y lo genocídio de los indígenas de Nuevo Mundo

 

 

INTRODUCIÓN:

 

Algo que llama la atención sobre cualquier curiosidad por las culturas de los pueblos indígenas que vivían aquí en especial los aztecas, los mayas y los incas es alto grado de desarrollo de estos cultivos, tomada por incautos o “incivilizados”. Todas estas personas se basó en un nivel avanzado de conocimientos en diversas actividades, tales como las artes, la ciencia y la organización social, si no algunos de ellos incluso antiguas civilizaciones o Europa en su tiempo.

 

Por supuesto, este hecho en sí mismo – en un primer momento – causa una admiración al colonizador europeo. Fue con gran asombro que Hernán Cortés vio por primera vez la capital azteca, comparándolo con Venecia en la belleza y la grandeza. Del mismo modo Francisco Pizarro estaba encantado de ver las ciudades de los Incas, su riqueza y el vigente tecnología avanzada, incluso en la captura de agua que se suministra de que nada le debe a los acueductos de los romanos en la antigüedad. Por último, el salvaje que fueron evolucionado de hecho en varias artes, incluyendo la arquitectura, astrología, matemáticas e incluso tuvo su propia literatura, tal vez no especializado como los europeos, pero sin duda una manifestación cultural. Una clara indicación de que esas personas aquí existentes tenían un sistema particular de escritura, que oscilaba entre los “glifos” de los mayas – por lo intrincados y bellos como los jeroglíficos de los egipcios – a los “quipos” de los aztecas, una forma un tanto rudimentaria de la comunicación de los Incas que utilizaron “nosotros” en una cadena para indicar las fechas importantes, fiestas tribales o privadas, colecciones de impuestos o en algunos casos incluso los avisos.

 

Es de destacar que en esta ocasión se da el surgimiento de países que serían grandes colonias con los hallazgos, que es el caso de España y Portugal, ambas naciones pertenecientes a la Península Ibérica.Después de años de guerras sin fin, especialmente religiosa – la lucha constante contra los moros o musulmanes – estas dos naciones se agotaron, por así decirlo. Económico y político, devastado reinos endeudados y al borde del colapso total. El descubrimiento de nuevas tierras no era sólo una aventura, una fantasía necesita dar alas a la imaginación o la búsqueda de una libertad de fantasía, o mucho menos un medio sólo para extraditar no deseada en las grandes ciudades. Fue especialmente búsqueda desesperada de una salida a la difícil situación en que se encontraban los reyes de España y Portugal.

De ahí la razón por la ambición desenfrenada del reino de Castilla por el oro y la plata del Nuevo Mundo. Pero como gran nación católica que era España, ardientes seguidores de las doctrinas de Roma y el Papa, que tendrían que dar un atuendo cristiano de caridad y el botín que haría que el mundo recién descubierto. Bajo la apariencia de catequizarem los “salvajes” paganos que vivían aquí, dijo que la búsqueda de este nuevo mundo era de hecho la evangelización y la salvación de las almas jóvenes que nunca habían oído la palabra de salvación, pero la verdadera razón de estos nuevos logros tierras se reveló más de unas pocas décadas de “catequizar salvaje.”

 

Todas las cuentas de los escritores de la época, como se muestra en Oviedo, Lopes Gomora o freis Bernardino de SOHAGÚN, Juan de Zumárraga o CASAS ellos Bartolomeu son reveladoras en el sentido de que nos muestra las atrocidades cometidas contra los indígenas, contra las personas que legítimamente que eran los dueños de esta tierra y no los “inquilinos”. El español que llegó aquí no se ve como un intruso, sino como “desbordamiento”. Ahora que es un hecho muy curioso de la colonización y poco hablado por los historiadores. El colonizador, como evangelista que vino aquí para salvar almas a través del nuevo mundo no como el hogar natural y legal de los aztecas, mayas, incas o cualquier otro pueblo o tribu india que estaba aquí. Los veía como algo que pertenece a la fauna de la tierra local, ya que los animales que deben ser domesticados o de otra manera – si hubo resistencia – exterminados para la creación de una nueva sociedad – una NUEVA ESPAÑA o un nuevo CASTILLA – con la gente civilizada. De ahí la razón por la palabra india está llena hoy en nuestra mente, camuflado o imperceptiblemente como algo relacionado con troglodytes salvajes, incultos, áspero, descomedidos, impuros.

 

Este proceso de superposición de una cultura sobre otra, de forma encubierta o brutal, educado y lleno de “buenas intenciones” o genocida, asesina, llame al etnocentrismo. La cultura del colonizador era “mejor” que el colonizador, sino bajo qué criterios? ¿Quién dijo o les ha autorizado para ser mejor que los indios que vivían aquí? Todas estas preguntas y muchas otras que se podrían hacer culminan en otro cuestionamiento aún más mediante el examen de la sangrienta historia de los colonizadores españoles, especialmente en relación con los aztecas, los mayas y los aztecas, que no cuentan con varias otras personas de menor prestigio que también vivían aquí:

 

¿Quién de hecho, eran los selvajes en la historia de la colonización de las Américas?

LULA FLERTA COM O TRÁFICO INTERNACIONAL DE DROGAS E RECEBE – DIODALDO CABELLO – O “CHEFÃO” DA VENEZUELA

NOSSO PAÍS EM BREVE ENTRARÁ NA LISTA AMERICANA DAS NAÇÕES QUE APOIAM O TERRORISMO…

VOCÊ VAI DEIXAR?

CRISTALVOX

VIA O ANTAGONISTA – DIOGO MAINARDI E MÁRO SABINO

cabello

Na semana passada, Diosdaldo Cabello,  na foto uniformizado de chefe do exército venezuelano , hoje presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, esteve no Brasil, em visita não-oficial. Foi recebido por Lula duas vezes, segundo a Veja. Seria mais um convescote bolivariano-lulista, não fosse Diosdado Cabello um dos maiores barões da cocaína do mundo, ligado ao Cartel dos Sóis. Um ex-guarda-costas do sujeito delatou às autoridades americanas que Diosdado Cabello comanda 90% da exportação da cocaína produzida pelas Farc. O currículo é tão pesado que ele só se atreve a viajar a Cuba — e ao Brasil.

Logo depois que Diosdado Cabello desembarcou em São Paulo, a PF deu início à operação para prender uma quadrilha que, da Venezuela, internou ilegalmente no país o equivalente a 3 bilhões de reais. O chefe venezuelano dessa bandidagem especializada em evasão de divisas e lavagem…

Ver o post original 35 mais palavras

BRIGADA MILITAR ERRA! DELEGADO AGE COM PRUDÊNCIA E EVITA UMA INJUSTIÇA CONTRA UM HOMEM PRESO ACUSADADO DE ESTUPRO.

MUITA CALMA NESSA HORA…

CRISTALVOX

Suspeito de estuprar duas mulheres é preso. Ele foi identificado por duas mulheres vítimas do maníaco. Canivete e calças usados no crime também foram identificados.

Um homem de 35 anos foi preso nesta quinta-feira por volta das 17h em Nova Milano, suspeito de estuprar duas mulheres nos dias 12 e 20 de maio, em Farroupilha. Ele foi preso temporariamente e a Polícia Civil pediu a prisão preventiva.

A polícia conseguiu interceptar o telefone roubado de uma das vítimas, que estava com o suspeito. Ele foi identificado pelas duas mulheres, que reconheceram também o canivete e uma calça usados por ele nos crimes. O homem tem antecedente por um estupro em 2007.

Na sexta-feira passada, a Brigada Militar havia prendido outro homem como suspeito do crime, mas foi solto porque não havia mandado de prisão expedido. As investigações constataram que este homem não tem relação com os estupros, e por…

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DILMA E LULA ENVOLVEM BRASIL COM O TRÁFICO INTERNACIONAL DE DROGAS

É ISSO QUE DAR ENTREGAR O PAÍS NAS MÃOS DE UMA terrorista!

CRISTALVOX

O Governo Brasileiro, liderado pela Presidente Dilma Rousseff e tutelado pelo ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi alvo, na semana que passou, de um “CRIME GRAVÍSSIMO” à luz da Constituição Federal do Brasil.  Dilma e Lula receberam, secretamente, na condição de Chefe de Poder, o MEGA TRAFICANTE INTERNACIONAL, DIOSDADO CABELLO, travestido de Presidente da Assembleia Nacional da Venezuela.

Algo de muito grave e perigoso envolve a visita do NARCO DIOSDADO CABELLO ao Brasil. Trata-se, em tese, de um Chefe de Poder. Mas recebê-lo fora da agenda, de forma SECRETA indica que o Governo Brasileiro tentou, de todas as formas esconder o encontro. O que tinha de errado para esconder tanto?

dilma e cabello

O mundo só ficou sabendo da visita ‘SECRETA” de DIOSDADO CABELLO à Presidente, porque a assessoria do NARCO publicou uma foto no jornal oficial da Venezuela para justificar a viagem e acalmar a fome da população. Sua agenda pública mostrou que…

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EDUARDO CUNHA SE PREPARA PARA DERRUBAR O GOVERNO – Via o Antagonista

A BRIGA É FEIA…

CRISTALVOX

Eduardo Cunha, depois de responder ao deputado petista Carlos Zarattini, disparou mais uma vez contra o PT:

“O PMDB está cansado de ser agredido constantemente pelo PT e é por isso que declarei ao Estadão que essa aliança não se repetirá”.

Ele anunciou no Twitter que a divisão entre PMDB e PT pode ocorrer mais cedo do que se imagina:

“Talvez tivesse sido melhor que eles (do PT) aprovassem no congresso o fim da aliança (com o PMDB). Não sei se no congresso do PMDB eles terão a mesma sorte. No momento, temos compromisso com o país e com a estabilidade, mas isso não quer dizer que vamos nos submeter à humilhação do PT”.

http://www.oantagonista.com/posts/eduardo-cunha-se-prepara-para-derrubar-o-governo

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DECAPITAÇÃO DE UM PRESO NO PRESÍDIO DO SERROTÃO EM CAMPINA GRANDE – NA PARAÍBA – 12-05-2015

A TRISTE REALIDADE DE NOSSOS PRESÍDIOS, QUE SÃO VERDADEIROS AMONTOADOS DE SERES HUMANOS, LEVA A BARBÁRIE E A ATOS DE EXTREMA SELVAGERIA COMO ESSE VERIFICADO NESSE VÍDEO, REAL, FEITO PELOS PRÓPRIOS DETENTOS, NO INTERIOR DESSE PRESÍDIO DO SERROTÃO EM CAMPINA GRANDE, NA PARAÍBA, BRASIL.

É INEGÁVEL AS GRAVÍSSIMAS FALHAS DO SISTEMA CARCERÁRIO, DESDE A SUPERLOTAÇÃO ATÉ A QUASE LIVRE CIRCULAÇÃO DE ARMAS, DROGAS E CELULARES – uma vez que foram os próprios detentos que gravaram estas cenas.

ENTRETANTO, APESAR DOS FATOS, NOSSOS GOVERNANTES TEIMAM EM DIZER QUE ESTÁ TUDO SOB CONTROLE. QUE OS PRESÍDIOS REALMENTE SOCIALIZAM E CAPACITAM A MAIORIA DOS PRESOS A UMA VIDA MELHOR, DEPOIS DE CUMPRIDO O PRAZO E O QUE DEVEM A SOCIEDADE.

ENTRETANTO MUITOS TÊM UM FIM MACABRO COMO ESTE JOVEM, QUE APESAR DOS SEUS CRIMES, MORREU DE UMA FORMA TRÁGICA E TERRÍVEL.

E COMO ESTE JOVEM, MUITOS PRESOS NO BRASIL CONHECERAM E CONHECERÃO A MORTE DE FORMA VIOLENTA.

O FATO REAL É QUE O NOSSO SISTEMA PRISIONAL ESTÁ FALIDO, NOSSA EDUCAÇÃO NÃO TEM CAPACITADO OS JOVENS PARA UMA VIDA DIGNA E OS EXEMPLOS DADOS POR NOSSOS POLÍTICOS – EM TODAS AS ESFERAS: MUNICIPAL, ESTADUAL E FEDERAL – SÃO PÉSSIMOS E SÓ INCENTIVAM O CRIME, A VIDA FÁCIL E DESREGRADA. A CORRUPÇÃO TEM SIDO O APANÁGIO PARA TODAS AS MAZELAS SOCIAIS, INCLUSIVE ESTA: A FALTA DE PRESÍDIOS DIGNOS, QUE REALMENTE REABILITEM AOS CONDENADOS PELA JUSTIÇA.

A MISÉRIA É A MÃE DE TODOS OS VÍCIOS“, JÁ NOS DISSE O ESCRITOR FRANCÊS VICTOR HUGO, QUE NOS DEIXOU A EXCELENTE OBRA “OS MISERÁVEIS“, NELA ELE NOS FALA, DE FORMA REALISTA, SOBRE O LONGO E DOLOROSO PROCESSO DE REABILITAÇÃO DE UM CONDENADO, DEPOIS QUE SAI DA CADEIA, QUANDO TEM A CHANCE DE ISSO CONSEGUIR EM SUA VIDA.

ESTE, INFELIZMENTE, NÃO TEVE. E COMO ELE CENTENAS DE OUTROS JOVENS TAMBÉM NUNCA TERÃO…

A HISTÓRIA DA PETROBRAS numa incrível paródia da canção FAROESTE CABOCLO DE Renato Russo

É INCRÍVEL A CRIATIVIDADE DO POVO BRASILEIRO.

NESSA PARÓDIA TEMOS DE FORMA BASTANTE DIDÁTICA – QUASE UMA OBRA ÉPICA – TODA A HISTÓRIA DESSA GRANDE COMPANHIA QUE É O SÍMBOLO DO BRASIL E QUE, agora, encontra-se passando por seríssimas dificuldades, devido as falcatruas organizadas e executas pelo PT, PP e PMDB.

ENFIM,trata-se de uma denúncia gravíssima de corrupção que revela um crime de lesa a pátria, uma alta traição ao povo brasileiro…

Por fim, assistamos a esse incrível vídeo, para que possamos entender um pouco mais de nossa HISTÓRIA e do lamaçal que se tornou nosso governo “democrático” com Lula e Dilma no poder nesses 12 anos e alguns meses…

Veja vídeo:

Dias Toffoli – o “coringa” do PT

É inadmissível que num país que se diz democrático sejamos refém de um juiz coringa, que foi o presidente do TRE NAS ELEIÇÕES, da primeira turma do STF para seu amigo de partido assumir e agora – por uma questão de conveniência do partido mais infame desse país – O PT – PASSAR para segunda turma do STF – justamente a que vai julgar os casos da operação LAVA JATO – única e exclusivamente para arquivar todos os processos contra os mafiosos do PT PP e PMDB.

Precisamos definir melhor o que é democracia nesse país, enquanto um partido se achar dono de nosso JUDICIÁRIO, ALOCANDO cargos importantes e estratégicos para continuar com a roubalheira declarada e fria…

O povo brasileiro merece respeito, e justiça. Se um ladrão de galinha mofa na cadeia, porque um criminoso político terá direitos exclusivos de seu processo ser arquivado?

A intenção do governo é clara no sentido de transformar em uma imensa pizza todo trabalho de SÉRGIO MORO, esse brilhante juiz que desbaratou todo esse esquema desenvolvido pela cúpula do PT, com claríssimas implicações CONTRA LULA E DILMA e todo seu séquito…

Não merecemos isso para esse país tão lindo!!!

Não somos ovelhas nem gado dessa safadeza conduzida pelo PT, mesmo depois da instalação do LAVA JATO.

DIA 15 DE MARÇO, FAÇAMOS UM PANELAÇO CONTRA A INDICAÇÃO DE TOFFOLI PARA SEGUNDA TURMA DO STF. ISSO É UMA AFRONTA AO NOSSO PAÍS, um afronta a nossa Justiça e principalmente uma manobra ignóbil e abjeta do PT para transformar nosso país numa republiqueta tal qual a Venezuela de MADURO…

#FORA_DILMA

DIA 15 DE MARÇO – MOBILIZAÇÃO NACIONAL

EM CAMPINA GRANDE – PARAÍBA
NA PRAÇA DA BANDEIRA AS 15H

VAMOS FAZER MUITO BARULHO CONTRA TODA ESSA ZORRA QUE SE TRANSFORMOU NOSSO PAÍS, E PROTESTARMOS TAMBÉM CONTRA ESSE #STF FAJUTO!!!